Academia Pernambucana de Letras

A Academia Pernambucana de Letras (APL) foi fundada em 26 de janeiro de 1901 por Carneiro Vilela e outros 19 escritores, com a missão de promover e defender os valores culturais de Pernambuco, especialmente na criação literária. É uma das mais antigas do país. A instituição é administrada por uma diretoria com mandato de dois anos e se destaca pela atuação de seus acadêmicos na produção literária, no estudo da língua portuguesa e na preservação e divulgação do patrimônio literário pernambucano. 

Entre suas ações estão seminários, feiras, festivais, prêmios, lançamentos de livros, cursos, rodas de leitura, saraus e recitais. A primeira reunião ordinária ocorreu em 6 de fevereiro de 1901, quando foi aprovado o regimento interno e escolhida a primeira diretoria. Após um período de enfraquecimento e inatividade desde 1910, a APL foi reorganizada em 27 de março de 1920, retomando oficialmente suas atividades em abril do mesmo ano.

Ao longo de sua história, a APL passou por diferentes sedes. A sede atual tem origem em um imóvel desapropriado em 1966 pelo governador Paulo Guerra e doado em definitivo à instituição em 1973, pelo governador Eraldo Gueiros Leite. Posteriormente tombado pelo IPHAN, o prédio tornou–se a sede permanente da Academia e é considerado uma das mais belas academias de letras do país.