Academia Fluminense de Letras

Fundada em 22 de julho de 1917, a Academia Fluminense de Letras nasceu no contexto da Renascença Fluminense, com o objetivo de promover a cultura, as artes e as ciências, valorizar a língua portuguesa e preservar a memória literária do Estado do Rio de Janeiro. Consolidou–se como uma das principais instituições culturais fluminenses, inspirada nos moldes da Academia Francesa. 

Teve como primeiros dirigentes Epaminondas de Carvalho, na diretoria provisória, e, como presidentes oficiais, Homero Pinho e Joaquim Peixoto. Destacou–se por pioneirismo ao admitir a primeira mulher acadêmica, Albertina Fortuna Barros, que posteriormente também presidiu a instituição. A sede própria foi viabilizada por lei de 1927 e inaugurada em 1934, passando por reformas ao longo do tempo, com revitalização recente e ampliação de sua programação cultural, incluindo cursos, concursos e parcerias institucionais.

A Academia atua ativamente na defesa da língua portuguesa, com iniciativas junto a organismos nacionais e internacionais, e mantém projetos culturais em parceria com órgãos públicos, incentivando a leitura, a produção literária e a difusão cultural.