Academia Riograndense de Letras

Fundada em 1º de dezembro de 1901, a Academia Rio–Grandense de Letras teve sua instalação oficial em 10 de maio de 1902, no Club do Comércio, com discurso de Alcides Maya e presidência inicial de Aurélio Veríssimo de Bittencourt, depois substituído por Olinto de Oliveira. 

A instituição sucedeu o Parthenon Litterario, criado em 1868 por Apollinario Porto Alegre e Caldre Fião, sendo composta por 25 membros fundadores, em sua maioria ligados à imprensa. Ao longo da primeira metade do século XX, enfrentou períodos de inatividade e fragmentação, com o surgimento de entidades similares no Estado. Em 1944, a fusão dessas academias consolidou o atual sodalício.

Em 1980, sob a presidência de Dante de Laytano, foi retomada a publicação da Revista da Academia, que alcançou sua 25ª edição em 2015. A instituição também recebeu importantes reconhecimentos, como a Medalha Machado de Assis, concedida pela Academia Brasileira de Letras, e a Medalha Cinquentenário, da Academia de Letras da Bahia.